Paris dia 5 – D’orsay, L’orangerie e passeio no Sena

Mortos e destruídos, custamos a acordar. O dia era pra conhecer Versalhes, mas acordamos tão tarde que achei melhor deixar pra outro dia. Resolvemos mudar o roteiro inicial e fomos pro D’orsay, que estava programado para conhecermos depois de voltarmos do Vale do Loire. Antes, paramos pra almoçar no restaurante do museu, bem bonito e de preço razoável

A comida era mais ou menos. Você pede o prato, mas só vem a carne. Na Europa em geral é assim, se quiser ficar realmente satisfeito você tem que pedir entrada, prato principal, que é geralmente uma carne e uma sobremesa. Detalhe, carnes sempre mal passadas, você tem que pedir pra vir bem passada pra poder vir razoavelmente no ponto.

O museu estava em reforma, de modo que várias de suas obras mais importantes estavam indisponíveis. E o esquema de segurança é extremamente fresco, não te deixam tirar nenhuma fotinha. Mas ainda assim gostamos inicialmente, pois havia muitas explicações sobre as obras e os estilos, como o simbolismo, naturalismo e movimentos de curta duração e pouco famosos, cujos nomes não me recordo agora. Só conseguimos tirar estas fotos antes de sermos avisados de que ali não se pode tirar fotos

Mas já estávamos saturadíssimos de arte e não ficamos muito tempo lá. Caminhamos

Partimos para a Loja de Lingerie, digo, L’orangerie, um mini museu impressionista onde estão as Ninféias de Monet e otras cositas. As ninféias são até legais, mas penso que o museu é pequeno demais para exibi-las. Você precisa ver de longe e sempre tem um mané na frente.

No andar inferior havia obras de outros artistas, onde pudemos ver um quadro impressionista de Dali, dentre outros. Os fiscais estavam determinados a não deixarem ninguém tirar fotos e já estávamos cansados mesmo, não tiramos nenhuma. Mentira, tiramos uma, o que nos leva a suspeitar de que temos descendência japonesa.

Caminhamos pelas margens do Sena

e atravessamos a lindíssima Pont Alexandre III, a que considero ser a mais bonita de Paris. Decorada com estátuas e detalhes de ouro.

Seguimos andando até chegarmos ao ponto inicial do Bateaux Parisiens, uma das companhias que faz o passeio de barco no Sena. Optamos por esta, pois supostamente estava incluída a Estátua da Liberdade no passeio, o que mais tarde vimos que não ocorreu. Vimos a Torre Eiffel de dia

E nos despedimos dela

O passeio é bem legal e altamente recomendado. Chegamos quase na hora de partir, de modo que ficamos na rabeira da fila. O pessoal que entrou primeiro correu pra pegar lugar na parte de dentro, do lado da janela. Pensei, que povo otário, dentro não dá pra tirar fotos, é bem melhor ficar fora.

Bem, otário fui eu, pois fez um frio de doer os ossos. Ao menos valeu, pois deu pra fazer um vídeo sem janelas pra atrapalhar

Acabamos resolvendo ficar na parte de dentro e pegamos um lugar meio ruim, no meio. Não dava pra filmar, nem fotografar direito, o que nos frustrou um pouco.

1h de passeio e chegamos. Resolvemos voltar mais cedo, pois no dia seguinte acordaríamos cedo para ir ao Vale do Loire. Passamos pela Maison de la Culture du Japon à Paris, pegamos o metrô e partimos.

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Uma resposta para Paris dia 5 – D’orsay, L’orangerie e passeio no Sena

  1. Luciana disse:

    Na foto do almoço no museu, aquilo atrás da carne mal passada era meu crème brûlée. Pedi pra provar, já que nunca tinha comido. Gostei muito não, tem gosto de manteiga com açucar.

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